A Heráldica em Portugal - Volume III - BROCHADO
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b>Autor:
Manuel Artur Norton
Índice
Agradecimentos
Palavras Prévias
1ª Parte
Livro em que se Trata da Origem dos Reis e Quantos Houve em Portugal
e Como Sucederam, de António Coelho
Introdução...
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Descrição completa
b>Autor: Manuel Artur Norton ÍndiceAgradecimentos
Palavras Prévias
1ª Parte
Livro em que se Trata da Origem dos Reis e Quantos Houve em Portugal
e Como Sucederam, de António Coelho
Introdução
Os Manuscritos que se Conhecem
Abreviaturas e Siglas
Livro em que se Trata da Origem dos Reis e Quantos Houve em Portugal
e Como Sucederam, de António Coelho
Quem emtruduzio Rey na terra
Dos Reis deste Reyno, como sussederaõ nelle
Titulo dos Reis de Portugal, com quem casaraõ, que tempo viveraõ, e reynaraõ, e donde estaõ emterrados, e das armas, que usaraõ
Que cousa seja nobreza, e da grande estimassaõ que d’ella se deve
De alguns foros, que os Reis davaõ antiguamente, e da origem do foro de Cavaleyro Escudeyro da Casa real
Ricos Homes
Higo d’Algo
Escudeyro Fidalgo
De origem dos Doons
Origem dos Appelidos, e Alcunhas
Dos Appelidos, que há neste Reyno, e alguns de Castella
Das seremonias que os Godos faziaõ quando levantavaõ novamente Rey
Titullo dos primeyros Senhores, que neste Reyno ouveraõ titullos e porque Rey foraõ feytos
Donde se derivou o nome de Duque
Dos primeyros Senhores, que em Portugal tiveraõ esta dignidade
Dos Marqueses
Do primeyro Marques
Dos Condes
Do primeyro Conde
Visconde
Do primeyro Visconde
Baraõ
Do primeyro Baraõ
Alferes-mor
Do primeyro Alferes-mor
Condestavel
Do primeyro Condestavel
Almeyrante
Do primeyro Almeyrante
Marichal
Capitulo de todos os titulos, que houve neste Reyno, e agora naõ há
Duques
Dos Marqueses
Dos Condes
Senhores de titulo que atoalmente comservaõ sua dignidade, assim dos que estaõ neste Reyno, como os que estaõ for a d’elle
Duques
Marqueses
Condes
Dos Senhores Eclesiasticos, que nesta Coroa de Portugal tem dignidade de Arssebispo ou Bispo
Arssebispos
Bispos
Arssebispos Ultramarinos
Bispos Ultramarinos
Comendadores-mores há neste Reyno tres
Das Ordens Militares neste Reyno de Portugal, das cidades de Portugal
Titulo dos Senhores Titulares, deste Reyno de Portugal, e dos Reis que os fiseraõ e suas armas
Duque de Bragança
Duque de Aveyro seo appelido Alemcastro
Marques de Villa Real seo appelido Noronha, e Meneses
Marques de Ferreyra seu appelido Mello
Marques de Castelo Rodrigo seu appelido Moura
Conde d’Odemira seu apelido Noronha
Conde de Monsanto seu appelido Castro
Conde da Feyra seu appelido Pereyra
Conde de Atouguia seu appelido Atahide
Conde de Atalaya seu appelido Manoel
Conde de Redondo deu appelido Coutinho
Conde de Vimioso seu appelido Portugal
Conde Portalegre seu appelido Silva
Conde da Vidigueyra seu apellido Gama
Conde de Tarouca seu appelido Meneses
Conde de Linhares seu appelido Noronha
Conde de Villa Nova de Portimaõ seu apellido Castel Branco
Conde da Castanheyra seu apelido Atahide
Conde da Calheta seu appellido Câmara, e Gonssalves
Conde de Pennaguiaõ seu apellido Saá, e Meneses
Conde de Sabugal seu appelido Castel Branco
Conde de Sarzedas seu appelido Lobo, e Sylveyra
Conde de Sortelha seu appelido Sylveyra
Marques de Porto Seguro, seu appelido Alemcastro
Marques de Alemquer seu apelido Sylva
Conde de Santa Cruz seu apelido Mascarenhas
Conde de Basto seu appellido Castro
Conde de Villa Franca seu appelido Camara
Conde de Fialho seu appelido Borja
Conde de Saõ Joaõ da Pesqueyra seu appelido Tavora
Conde de Miranda do Corvo seu appelido Sousa
Conde do Prado seu appellido Sousa
Conde de Villa Flor seu apelido Henrriques
Conde de Caste Melhor seu appelido Vasconcellos
Conde de Faro, em Alemtejo seu apelido Faro
Conde da Palma seu appelido Mascarenhas
Conde d’Arcos seo apellido Lima, Brito Nugueyra
Conde da Eyrisseyra seu appelido Meneses
Conde de Figueyro seu appelido Vasconssellos
Conde de Unhaõ seu appelido Telles
Conde de Castello Novo seu appelido Mascarenhas
Conde de Castro Dário seu apelido Atahide
Conde de Val dos Reis seu appelido Mendonssa
Conde da Torre seu apelido Mascarenhas
Conde de Saõ Lourensso seu appelido Sylva
Marques de Montalvaõ seu appelido Mascarenhas
Marques de Gouveya seu appelido Sylva
Conde de Saõ Miguel seu appelido Botelho
Conde de Canthanhede seu appelido Meneses
Conde d’Obidos seu appelido Mascarenhas
Conde de Aveyras seu appelido Telles
Conde de Armamar seu appelido Mattos Noronha
Visconde seu apellido, Lima Brito Nugueyra
Baraõ seu appelido Lobo
Almeyrante de Portugal seu appelido Azevedo
Marichal seu appelido Mascarenhas
Alferes-mor seu appelido Coutinho
Capitulo 1º da criaçaõ do nome de Rey e seu officio
Capp. 2º da dignidade de Emperador
Capp. 3º da dignidade de Duque, e suas prihiminenssias
Capp. 4º da dignidade de Marques
Capp. 5º da dignidade dos Condes
Capp. 6º da dignidade de Visconde
Capp. 7º da dignidade de Baraõ
Capp. 8º da dignidade de Marichal
Capp. 9º da dignidade de Almeyrante
Capp. 10º da dignidade de Comdestavel
Capp. 11º da dignidade do officio de Alferes-mor
Capp. 12º do officio de Coudel-mor
Capp. 13º do officio de Prisidente
Capp. 14º do oficio de Mordomo-mor
Capp. 15º da dignidade de Adiantado
Capp. 16º De como todos estes officios, e dignidades referidas devem fazer juramento a el Rey
Capp. 17º Do nome em geral de Prinssipe
Capp. 18º De como porsedeo a Nobreza, e que cousa seja, e do prencipio da Cavalaria ou defençaõ da Republica
Da segunda maneyra donde teve prencipio a Nobreza
Da segunda maneyra de Senhoriar
Capp. 19º De como os Nobres, e Fidalgos naõ saõ no conto dos plebeos
Capp. 20º De como os Reis porsederaõ dos Cavaleyros, e de como pertense aos Reis serem primeyros Cavaleyros que Reis
Capp. 21º De como os antiguos escolheraõ homes muy antiguos para defenderem a terra, e como só o Fidalgo pode fazer Preyto e Menagem
Capp. 22º De coatro maneyras de salvamento dos Cavaleyros
Capp. 23º Do juramento que deve fazer o Cavaleyro
Capp. 24 Do sinal que faziaõ os Cavaleyros nos braços direytos antiguamente
Capp. 25º De como os Cavaleyros antiguamente traziaõ cadeyas de ouro, e porque se usava
Capp. 26º De como os Nobres devem saber reptar, e desafiar
Capp. 27º Quantas maneyras há de repto, e desafio
Capp. 28º De como se pode perder a Cavalaria
Capp. 29º De como de devem castigar os Nobres
Capp. 30º Do nome de Infançoe?s
Capp. 31º Da degnidade de Ricos Homes
Capp. 32º Donde se deriva o nome de Fidalguia, e quantas maneyras há de Fidalgo de Sollar Conhessido
Da primeyra maneyra de Sollar Conhessido
Da segunda maneyra de Solar Conhessido
Da tresseyra maneyra de Sollar Conhecido
Capp. 33º De como alem destes Solares Conhessidos há outros a que se chama Sollar Notorio
Capp. 34º Dos Fidalgos de Cotta d’Armas
Dos privilegios comsedidos aos Fidalgos para seos lavradores moradores, caseyros, e criados
Capp. 35º Que cousa hé Escudeyro, e donde tomou este nome, porque, e quantas maneyras saõ de Escudeyros
Da segunda maneyra de Escudeyros, e a condissaõ d’elles e donde saõ
Capp. 36º De como comvem aos Nobres dar relaçaõ da linhagem donde dessendem, e porque, e que fruto traz
De como tambem comvem aos Nobres saberem que armas saõ as de sua linhagem, e a razaõ d’ellas
De como comvem aos Nobres serem mais corteses
De como a espada hé a mais nobre arma das offencivas
Capp. 37º Da origem e prenssipio das armas de nobreza e como os homes sofrem trabalhos a vista do premio
Do prenssipio das armas
De como as armas saõ mais antiguas em Portugal que em Castella
Capp. 38º Quam alevantou a primeyra bandeyra no mundo
Capp. 39º Donde em Isrrael foraõ tomadas as armas quem as deo e porque se deraõ
Capp. 40º De como mandou Deos a Moyses, que tivesse pendoe?s os da linhagem de Esrrael
Capp. 41º Da origem dos timbres, e paquife, nas armas dos Nobres, de como há de estar o escudo posto
Capp. 42º De quantas maneyras há de armas
Capp. 43º De como as armas se podem gaynhar, e perder
Capp. 44º De como se devem trazer as armas, e de que figuras ou formas
Capp. 45º Das armas porporsionadas dos corpos vivos ou naõ vivos
Capp. 46º De quais das formas, ou figuras das armas saõ mais o menos nobres
Capp. 47º De quam deve trazer cotta d’armas, e em que tempo, e dia
Capp. 48º Dos nomes dos pendoe?s melitares, e quantos saõ que os Nobres e Generosos devem trazer
Capp. 49º De como se haõ de pintar as figuras dos brasoe?s, e do que segnificaõ
Capp. 50º Dos primeyros que aperfeyçoaraõ a Armaria
Capp. 51º De como Julio Sesar ordenou que houvessem Reis d’Armas
Capp. 52º De como Carllos Magno pos a Armaria em perfeyçaõ e dos privilegios que lhe deu.
Capp. 53º De que linhagem, saber, e comdissaõ, devem ser os Officiais d’Armas.
Capp. 54º Das obrigaçoe?s dos Reis d’Armas aserca dos seos officios nas hostes e arrayaes.
Capp. 55º Dos Officiais d’Armas segundo o custume de Portugal
Rey d’Armas
Arautos
Passavantes
Capp. 56º Das obrigações do Rey d’Armas Portugal, e dos mais Reis d’Armas, Arautos e Passavantes que se usaõ neste Reyno de Portugal
Capp. 57º Da obrigaçaõ do Rey d’Armas Portugal nos autos em que se jura e alevanta novo Rey, e quando se jura o Prinssipe por herdeyro do Reyno, e nos autos das Cortes
Da obrigaçaõ do mesmo Rey d’Armas Portugal no juramento do Principe
Da obrigaçaõ do mesmo Rey d’Armas nos autos de Cortes
Certidaõ que passa o Rey d’Armas, aos que asistem as Cortes e Juramentos
Capp. 58º De quantos saõ os metais, e as cores de que as armas se compõem
Dos metais
Da signeficaçaõ do ouro nas armas
Segnificaçaõ da prata nas armas
De quantas saõ as cousas de que as armas se compõem
Das seneficassoe?s de todas estas cores nas armas da Nobreza
Vermelho
Azul seguna cor
Verde tresseyra cor
Preto coarta cor
Purpura quinta cor
Capp. 59º Do que segneficaõ as figuras nas armas, e porque rezaõ as trazem algumas
Do que segnificaõ as figuras das armas
Capp. 60º De como, e quantas maneyras há de filhos, para comforme forem havidos assim tomarem diferenssas em suas armas
Capp. 61º Do modo que se deve trazer o elmo nas armas de Nobreza
Do modo que se deve trazer o elmo nas armas
Do modo que há de trazer o elmo os filhos, e nettos e Fidalgos de Cotta d’Armas novamente feytos athe a coarta geraçaõ
Capp. 62º Das diferenssas ordenadas na Armaria para os que dezsenderem da Casa Real
Rey
Rainha
Principe
Infante
Tresseyro Infante
Dos mais filhos do Rey
Princeza
Infantas
Do filho do Prinssipe
Do filho do Infante
Do Infante mais nosso
Dos filhos naturais do Rey, Prinssipe, ou Infante
Dos filhos bastardos do Rey, Principe ou Infante
Dos filhos do Rey, Principe, ou Infante Adulterinos ou Inssestuosos
Que quer dizer banco de pinchar, e porque rezaõ o tomaraõ os Prinssipes, e Infantes por devisa
Capp. 63º Do modo que as pessoas Ecleziasticas devem trazer suas armas
Cardeais
Patriarcas
Arssebispos
Bispos
Pessoas Ecleziasticas que tem jurisdissaõ na Igreja
Sacerdottes
Douctores
Capp. 64º Do modo que os senhores devem trazer seu escudo d’armas, e quantas devem ser
De como trará a Nobreza as armas em seu escudo
Capp. 65º De como os Nobres devem trazer suas armas com elmo, timbre, paquife e da postura do escudo
Do modo que as mulheres podem trazer suas armas
Capp. 66º Das diferenssas das geraçoe?s particulares comforme foraõ ordenadas no nobre officio da Armaria
Capp. 67º Do modo e quais saõ as diferenssas comforme as nassimento de cada hum
Capp. 68º Da diferenssa que deve trazer o que dessende por parte de pay macho, e avó femea
Capp. 69º Da diferenssa que há de trazer o que dessender por parte da may femea e avô macho
Capp. 70º Da diferenssa, que trará, o que vem por may, e avó ambas femeas
Capp. 71º Do que dessende de huma athe coatro geraçoe?s, e as armas que deve trazer da parte direyta
Capp. 72º Da diferenssa do nactural, e bastardo
Capp. 73º Do modo que ha de ter o Rey de Armas Portugal no passar os brasoe?s de armas aos Fidalgos que lhos requerem, e o puder que para isso tem
Carta do officio de Rey d’Armas Portugal
Treslado de huma Provisaõ
Do officio de Rey d’Armas Portugal
Do modo que há de goardar o Rey d’Armas Portugal nas Certidoe?s de Brasaõ de Armas, que, em nom de seo officio se costumaõ passar
Notta do registo que o Rey de Armas porá no seu Livro do Registo acerca dos brasoe?s que passar
Notta do registo que o Rey de Armas Portugal porá nas costas dos brasoe?s que passar
Notta da menuta que o Rey de Armas Portugal fará para se descrever nos brasoe?s que passar
Outra menuta mais brebe (sic)
Outra menuta mais brebe (sic), comforme ao antigo
Notta da Carta d’Armas, que o Rey d’Armas Portugal passa em nome d’el Rey
Notta da Cartas d’Armas pellas coais el Rey manda acressentar as armas aos Fidalgos por servissos novos que a el Rey fizeraõ, a qual há de passar o Rey de Armas Portugal por expresso mandado do ditto Senhor Rey
Notta da Carta de Armas, e Fidalguia novamente dadas por el Rey por meressimentos, e servissos, que alguma pessoa lhe fez a qual há de passar o Rey d’Armas Portugal
Notta da Carta d’Armas que o Rey d’Armas Portugal passa ao filho ou netto do Fidalgo de Cotta d’Armas novamente feyto
Notta das Cartas d’Armas de for a do Reyno, que neste se mandaõ registar aos nacturais delle, ou a estrangeiros para poderem d’elles usar a qual passa o Rey d’Armas Portugal
Notta da Certidaõ que o Rey d’Armas Portugal passa geralmente para por ella constar como algumas armas estaõ registadas nos Livros da Nobreza d’elle ditto Portugal
Notta da Petissaõ que se fez ao Juiz Ordinário, ou de Fora, ou Juiz do Civel desta cidade, ou Corregedor do Civel para algumas pessoas josteficarem sua prosapia para por vertude d’ella se lhe passar seu brasaõ
Notta da Petissaõ que se faz ao Rey de Armas Portugal para lhe mandar passar o brasaõ
Dos que tomaõ insinias de armas que lhe naõ pertenssem
De huma ley que fez el Rey Dom Phellippe o primeyro Rey que foy destes Reynos sobre os Doons de quem o pode ter
Dos Doons
Da Chronica do Emperador Carllos quinto
Da antiguidade dos Reis d’Armas
Da obrigaçaõ do officio de Rey d’Armas, e dos percalços d’elle
Regimento do ordenado do Rey de Armas Portugal, e dos prós e percalços, que com o ditto officio tem
Petissaõ que faz o Rey de Armas Portugal aos Senhores Titulares, em que lhe pede a sua propina, que do ditto titulo lhe devem
Regimento do Escrivaõ da Nobreza, do que há de levar, e tambem o Rey de Armas Portugal o qual estava em huma Carta passada por Sua Magestade, asignada por Sua Real maõ pella qual fazia mersse da serventia do ditto officio a Balthesar do Valle Cerqueyra que depois foy Rey d’Armas Portugal
Apostilha atrás por Despacho da Mesa
Da Ordenaçaõ deste Reyno, aerca da ffé, que se deve dar aos Instromentos Publicos, e de outras Escripturas, e como se podem redarguir de falços
Rigimento da Nobreza dos Reis de Armas, que manda fazer o Senhor Rey Dom Manoel que Deos tem
Notta da Carta de cada hum dos outros Reis d’Armas
Notta da Carta de cada hum dos Arautos
Notta de Carta de cada hum dos Passavantes
Juramento que há de fazer o Passavante quando for baptizado
Juramento do Arauto
Juramento do Rey de Armas
Regimente da maneyra com que se haõ de baptizar os Passavantes, Arautos, e Reis d’Armas
Primeyramente baptismo do Passavante
Do baptismo do Arauto
Regimento do baptismo do Rey d’Armas
Ordenanssas e Estatutos que saõ obigados a ter, e manter e fazer os Reis de Armas
Notta da Carta das Armas de Linhagem que há de passar por Rey d’Armas Portugal
Notta da Carta da Fidalguia, e Armas dada novamente por el Rey
Ordenassaõ da penna que haveraõ os que trazem as armas erradas ou como as naõ podem trazer
Regras da maneyra, que se podem, e devem trazer as armas
Privilegios dado aos Reis d’Armas, Arautos, e Passavantes
Direyto que pertensse a Portugal Rey d’Armas
Do que há de dar a Rey d’Armas Portugal as pessoas que houverem titullos, e dignidades
Titulo dos Reys d’Armas Portugal que houve do tempo d’el Rey Dom Manoel athe el Rey Dom Joaõ o 4º
Regimento do Escrivaõ da Nobreza do Rey d’Armas Portugal
Index - Dos capítulos deste livro
Continuação do Estilo Heráldico
2. ª Parte
Correcções e Aditamentos
Correcções
1. º Volume
2. º Volume
Aditamentos
1. º Volume
2. º Volume
Bibliografia
Listagem dos Subscritores
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